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Felipe Nunes lança amanhã, no Pátio Savassi, “Brasil no Espelho”

  • Foto do escritor: Cefas Alves Meira
    Cefas Alves Meira
  • há 8 minutos
  • 2 min de leitura

Uma análise profunda sobre a percepção internacional do Brasil e como essa imagem impacta diretamente a economia e a política externa do país. É o livro "Brasil no Espelho - O que o mundo pensa de nós e como isso afeta nossa diplomacia", que o professor e cientista político Felipe Nunes lança amanhã, 5, às 19 horas, na livraria Leitura do Pátio Savassi, em Belo Horizonte.


Pontos centrais

Alguns dos principais destaques da obra:

A imagem como ativo estratégico. ​Nunes argumenta que a reputação de um país não é apenas uma questão de vaidade, mas um ativo econômico. A forma como investidores, turistas e líderes estrangeiros enxergam o Brasil afeta o preço das commodities, o fluxo de capital estrangeiro e a força dos nossos passaportes.


​O narcisismo versus realidade. ​O título "Brasil no Espelho" sugere que muitas vezes os brasileiros têm uma visão distorcida de si mesmos. O autor explora o descompasso entre o que achamos que somos: Um país cordial, alegre e uma potência ambiental inquestionável. ​O que o mundo vê: um país com instabilidade institucional, desigualdade profunda e desafios críticos na preservação da Amazônia.


​Pilares da reputação brasileira. ​O autor identifica os elementos que historicamente constroem a imagem do Brasil lá fora. ​Cultura e Esporte: O futebol e o Carnaval ainda são fortes, mas perderam o fôlego como únicos motores de imagem. ​Meio Ambiente: Atualmente, é o fator mais determinante. O Brasil é visto como o "pulmão do mundo", e qualquer oscilação nas políticas ambientais gera reações imediatas nos mercados globais. ​Estabilidade Democrática: crises políticas recentes afetaram a confiança de que o Brasil é um "porto seguro" para investimentos de longo prazo.


​O impacto na diplomacia. Felipe mostra que a diplomacia brasileira (o Itamaraty) precisa lidar com esses estereótipos e percepções para negociar acordos bilaterais. Ele discute como governos diferentes usaram a imagem do Brasil de formas distintas — ora como líder do Sul Global, ora como um pária isolado, dependendo da gestão das crises internas.


Por que ler?

A obra é essencial para entender que geopolítica também se faz com percepção. Felipe Nunes utiliza dados e pesquisas de opinião global para tirar o debate do campo do "achismo" e mostrar que o espelho nem sempre reflete o que gostaríamos de ver, mas que encarar essa realidade é o primeiro passo para uma diplomacia mais eficaz.

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