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Continua indefinida a licitação da Gasmig

  • Foto do escritor: Cefas Alves Meira
    Cefas Alves Meira
  • 8 de jul.
  • 2 min de leitura

Atualizado: 8 de jul.

 

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Ainda indefinido o resultado da licitação aberta pela Gasmig, verba de R$ 6 milhões, para escolha de agência de publicidade, onde é vitoriosa até agora a agência Oro.

 

A resultado da concorrência está dependendo da avaliação dos recursos, impetrados pelas agências Cálix, Lápis Raro e Oro. As três empresas e as nove

restantes que participaram do processo licitatório aguardam a análise dos questionamentos, quando então sairá a agência vencedora.

 

Os recursos

A Cálix denuncia que a comissão de licitação que organizou a concorrência foi composta integralmente por funcionários da própria estatal, acrescentando que muitos deles não têm identificação com o segmento de propaganda, observando que a Lei 12.232/2010 não foi cumprida.

 

Já a CEO da Lápis Raro, Grasiela Scalioni, afirma que o momento de entrada dos recursos das agencias participantes é agora mesmo e está dentro do previsto num processo licitatório. “Seguiremos aguardando o parecer sobre os recursos apresentados, confiantes na condução técnica e imparcial da comissão avaliadora”, observou.

 O publicitário Adopho Resende, que por meio de sua agência RC vinha atendendo a conta da Gasmig, afirma que não tem fundamento o primeiro recurso. “A lei que rege as licitações de empresas de capital misto é a 13.303/2016, bem diferente da 12.302!2010”, diz. E acrescenta:

 

“Acompanhei as últimas licitações na empresa, e todas foram dentro dessa nova legislação. E tudo ocorreu com muita lisura e sem contestações”, observou Adolpho.

 

Oro se posiciona

A agência ORO Comunicação, por meio do seu presidente, Anderson França, explica que a empresa está participando do processo licitatório na Gasmig, e que até o momento não identificou “qualquer irregularidade no referido procedimento, o qual está em conformidade com a legislação aplicável às estatais, Lei nº 13.303/2016”.

 

O publicitário afirma que em 2021 participou de licitação promovida pela mesma estatal, cujo edital possuía os mesmos termos do atual certame, com a empresa tendo ficado em 2º lugar, “com pontuação muito próxima à da agência vencedora, sem apresentar qualquer recurso, o que reforça sua percepção quanto à regularidade do processo”. Diz ainda que teve conhecimento da ação movida pela Cálix, bem como da decisão judicial que julgou improcedente o pedido.

 

O jornalista Guilherme Augusto Reis Mesquita, gerente de Comunicação Social da Gasmig, procurado pelo Blog do Cefas por Whatsapp e telefone, não deu retorno.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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