Palácio e secretarias podem voltar para o centro de BH

 

A sede do governo de Minas pode sair da Cidade Administrativa. A afirmação é do líder do governo na Assembleia Legislativa, Durval Ângelo (PT), ao falar sobre decisão do governador Fernando Pimentel de vender um conjunto de imóveis, entre eles a Cidade Administrativa, para tentar tirar do vermelho as finanças do Estado. Isso seria viabilizado por meio da criação de um fundo de investimentos, com a participação maciça de investidores privados. O total da “queima” ficaria em torno de R$ 4 bilhões. Efetivada a venda, o governo pagaria aluguel aos novos proprietários.

Mas Durval, endossando Pimentel, diz que será um dos mais arrojados e significativos projetos já realizados em Minas. “Vamos colocar os ativos que o Estado tem a serviço da geração de renda, da retomada do emprego, do crescimento de Minas Gerais”, defendeu.

Com a comercialização da Cidade Administrativa, via criação dos fundos, todas as secretarias e órgãos poderão retornar ao centro de BH, ou ir para outra região da cidade. “É possível, mas não em curto prazo”, disse o parlamentar.

Essa decisão de Fernando Pimentel está, no momento, em discussão na Assembleia Legislativa mineira.

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