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  • Foto do escritorCefas Alves Meira

Jornalista J. D. Vital toma posse amanhã na AML

Atualizado: 25 de ago. de 2022




Vital trabalhou no "Estado de S. Paulo" e "O Globo". Foi assessor de Tancredo Neves e Hélio Garcia (Foto Beto Novaes/Estado de Minas)

O jornalista e escritor J. D. Vital toma posse amanhã, às 20 horas, na Academia Mineira de Letras – rua da Bahia, 1466, BH.. Vai ocupar a cadeira nº 10, que tem como patrono Claudio Manoel da Costa. Fundada por Brant Horta, também já foi ocupada pelos jornalistas João Etienne Filho e Fábio Proença Doyle.


O novo acadêmico será recepcionado pelo escritor Danilo Gomes, ocupante da cadeira nº 01. A solenidade contará com a participação da centenária Banda de Música Santa Cecília, de Barão de Cocais, terra natal do jornalista.


Ex-seminarista

Vital é formando em Filosofia (1971) e em Comunicação Social (1974) pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich), da UFMG. Ingressou no jornalismo como “foca”, no extinto Diário de Minas, trabalhando depois nas sucursais dos jornais O Estado de S. Paulo e O Globo.


No rádio, foi comentarista das emissoras Antena Um e Alvorada. Na TV Manchete, apresentou o programa de entrevistas “Gente de Opinião”. Lecionou Jornalismo Impresso na Faculdade de Comunicação da PUC Minas, entre 1974 e 1975.


Na vida pública, o jornalista chefiou a assessoria de imprensa dos governadores Tancredo Neves e Hélio Garcia. Voltou à iniciativa privada como gerente de Comunicação e chefe do escritório da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM), em Belo Horizonte. Ex-seminarista, J. D. Vital dedicou-se a livros-reportagem sobre a Igreja Católica, com destaque para “Como se faz um bispo, segundo o alto e o baixo clero” (Civilização Brasileira, 2012, 362 páginas) e “A revoada dos anjos de Minas” (Autêntica, 2016, 203 páginas), sobre o fechamento do Seminário Maior de Mariana, em 1966.


No jornalismo empresarial, viajou por vários continentes e lançou publicações, em formato de revista, sobre a CBMM, no Japão, na China, na Europa e nos Estados Unidos. Em 1998, publicou “O sol volta a brilhar sobre a Rússia”, com 80 páginas. Com 100 páginas, “A conquista da América” saiu em 1999. “Viagem ao centro do mundo”, sobre o Japão, de 1995, teve 90 páginas. “De novo, o Império do Centro”, sobre a China, é de 1998, e tem 108 páginas.



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