• Cefas Alves Meira

Câncer mata o jornalista Gilberto Dimenstein


Ele era também escritor, autor de 10 livros

Gilberto Dimenstein, jornalista e escritor, morreu na manhã desta sexta-feira em São Paulo, vítima de câncer no pâncreas. Foi diretor da sucursal de Brasília da "Folha de S. Paulo" e atuou também no "Jornal do Brasil", "Correio Braziliense" e na revista "Veja". Recentemente, abriu mão de ser comentarista da rádio CBN para se dedicar a um projeto particular, o site Catraca Livre. O portal é focado em atividades culturais gratuitas na capital paulista.

Dimenstein se dedicava também a projetos sociais, militando na defesa das áreas de educação e de meio-ambiente. Deixa dois filhos, Marcos Dimenstein e Gabriel Dimenstein, a esposa, Anna Penido, e um neto.

Vídeo

O jornalista, em vídeo postado numa rede social em abril, disse que vivia o momento mais difícil de sua vida:

“Meu nome é Gilberto Dimenstein, sou fundador do Catraca Livre, sou presidente do Conselho da Orquestra Sinfônica Heliópolis, e vivo o momento mais difícil da minha vida. Estou há oito meses lutando contra um câncer de pâncreas que criou metástase. Estou lutando, ainda vou vencer, mas estou lutando”, disse.

Também escritor, era autor de 10 livros, tendo conquistado o Prêmio Jabuti de melhor livro de não ficção com a obra "O Cidadão de Papel". Ele também escreveu "As Armadilhas do Poder - Bastidores da Imprensa" (1990), Meninas da Noite" (1992), "Democracia em Pedaços" (1996), "Quebra-Cabeça Brasil - Temas de Cidadania na História do Brasil" (2003) e "Aprendiz do Futuro - Cidadania Hoje e Amanhã" (2005) .

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