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AMIRT apresenta reivindicações da radiodifusão aos senadores mineiros



A diretoria da entidade ressaltou que as empresas do segmento dão emprego a mais de 8 mil profissionais (Foto Pedro Gontijo/Senado)

A diretoria da Associação Mineira de Rádio e Televisão esteve ontem em Brasília, quando se reuniu com a bancada mineira no Senado - senadores Carlos Viana, Cleitinho e Rodrigo Pacheco.


No encontro, o presidente da AMIRT Mayrinck Júnior, o vice-presidente Bruno Torres, e o diretor financeiro Luciano Pimenta Correa Peres, entregaram aos parlamentares ofício destacando os desafios que os veículos de rádio e TV enfrentam hoje em Minas.


As reivindicações

No ofício entregue a Viana, Cleitinho e Pacheco, a AMIRT frisa que a reivindicação da entidade “se fundamenta na possibilidade de que Minas Gerais desempenhe um papel crucial no fortalecimento e desenvolvimento da economia nacional”, com a missão de “promover o desenvolvimento socioeconômico sustentável e competitivo do Estado, gerando empregos de qualidade e hospitalidade, desigualdades, e visão de ser um ator estratégico no processo de crescimento econômico e social, pautamos nossas ações nos valores de ética, transparência e compromisso com a sociedade mineira”.


A AMIRT enfatiza que as emissoras de rádio e televisão de Minas são responsáveis ​​por mais de 8.000 empregos diretos e indiretos, acrescentando que o segmento consiste principalmente de pequenas e médias empresas, “que buscam investimentos constantes em tecnologia para manter sua competitividade e atrair anunciantes em âmbito regional, estadual e nacional. A busca por essa postura de qualidade é cada vez mais exigida pelos clientes dessas emissoras”.


O ofício ressalta os diversos desafios que a categoria enfrenta, destacando alguns deles:

- Regulação das grandes empresas de tecnologia (BigTechs):

Reconhecemos a necessidade urgente de se regulamentar as atividades das grandes empresas de tecnologia. Isso é fundamental para criar um ambiente democrático digital, combater a desinformação disseminada na internet e defender o jornalismo profissional. Um regulador apenas garantirá a equidade entre todos os atores da comunicação”.


- Liberdade de expressão e segurança dos profissionais de imprensa:

“Manifestamos preocupação com a crescente violência contra profissionais de imprensa. Repudiamos vigorosamente qualquer ato violento que vise interromper a cobertura jornalística de eventos de interesse público. Tais atos violam os princípios da liberdade de imprensa e do direito à informação, pilares da nossa Constituição.


- Precificação justa dos direitos autorais:

“Defendemos uma revisão na precificação dos direitos autorais no âmbito da radiodifusão. Atualmente, a contribuição ao Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD) paga pelo rádio é desproporcional ao seu peso e alcance em comparação com outras mídias”.


O documento é finalizado com os diretores AMIRT explicando que, amparados no entendimento de que as decisões do Senado possuem um impacto direto na comunicação mineira, solicitam o apoio daquela casa do Congresso Nacional. “Assegurar a evolução tecnológica é crucial para o crescimento contínuo das emissoras de rádio e televisão em Minas Gerais e no Brasil”, enfatizaram os membros da diretoria da AMIRT.


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